segunda-feira, 28 de março de 2011

Contínuo

Me dê um gole dessa ausência que te mata e dê as dores da minha falta.
Me dê seu cheiro, vícios, beijos e amassos.
Leve minha afeição, pureza, raiva e tome meus sentidos.
Me dê sua dor e leve minha sanidade insana e incontrolável que te controla.
Me espere assim, me leve assim. Leve...

4 comentários:

Lua ∞ disse...

E levará.
A ausência realmente mata...
Lindo, dona branquela.

Chico disse...

asrhasiurhia a paiaça tem um blog , to fudido memo nessa porra . ow , pq na vida real vc fala q nem uma maloqueira e aqui no blog vc fala como se vivesse no seculo 18?

Thalita B. disse...

aff chico uahauhaua num sei... eu cai da espaçunave

Aline Peralta disse...

Olá Thalita,
q bom q gosto dou meu blog, gosto mto do que vc escreve, fala da vida de forma sincera e sem clichês.

Já te sigo há algum tempo, tenta de novo, as vezes dá erro mesmo!

bjs

Ps: pra mim, a chuva tem sabor, de liberdade!